Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Dia dos namorados e The Killers


Hoje concluí que não há maneira de fugir do Dia dos Namorados. Se você está namorando, é obrigado a comemorar. Se não está, não pode dizer que não liga, pois todo mundo vai achar que é recalque por estar sozinho. Então ou você comemora ou fica arrasado, porque na sociedade ocidental, a felicidade é traduzida em se ter um relacionamento.
Daí enquanto estou aqui pensando se eu compro uma camisa do The Killers e me dou de presente, e se vejo depois um filme de terror qualquer (com bastante gritos de preferência), descobri que a banda de Brandon Flowers tá de clipe novo, o A Dustland Fairytale, quarto e ótimo single do Day and Age. O clipe não fica atrás também, muito bem feito e dirigido, imagens ótimas. O que me continua incomodando é a magreza de Brandon.
Anyway, é possível que a banda de Las Vegas venha mais uma vez ao Brasil, já que o próprio vocalista confirmou shows na América Latina no fim do ano. Apesar de não ter citado o Brasil, é difícil que eles venham a Argentina, Peru e Chile e não toquem também por aqui. Bom, uma confirmação de show já serviria de presente de Dia dos Namorados para mim...

PS.: O que passou a me incomodar nessa semana, após um comentário de um amigo, é o porque de as pessoas traduzirem Dia dos Namorados para Valentine's Day, em inglês. Cara, aqui no Brasil não é dia de São Valentim!

Justin Timberlake no Brasil?


Olha, sabe aquela coisa brega que você gosta mas tem vergonha? O ex *NSync Justin Timberlake figura nessa categoria para mim. Lembro que ouvi seu último CD no repeat durante semanas no ano passado, e não me aguento quando ouço musica dele na pista. Daí que o cara está devendo uma vinda ao Brasil, e julgando pela sua ultima mensagem no Twitter, parece que a vontade não é só dos fãs. Justin postou, e português: E ai pessoal! Ainda nao sei quando, mas adoraria poder tocar no Brasil em breve.
Ainda no site oficial de JT, ele fala de música brasileira, e cita bandas como CSS, Bonde do Rolê e Montage. Como estava falando com uma amiga dias atrás, já vai chegar a hora de ir na Marisa, comprar trinta calcinhas e levar para jogar durante o show.

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Fucking Hipsters

“I try to dress like a rapper in a Michel Gondry movie.”

Hipster é um termo utilizado para denominar esse novo nicho social composto de adolescentes modernosos, adeptos à uma tentativa de fuga/perseguição do mainstream, que ouvem música quase sempre boa, mas se vestem numa mistura de new rave com geek, quase como num encontro entre Seth Cohen e Lady Gaga.
Daí eu estou morrendo de rir com um blog que descobri via Twitter, o Look at This Fucking Hipster, com fotos de espécimes dessa tendência. A foto que mais gostei foi a que postei acima, com a descrição mais perfeita de todos os tempos: Tentei me vestir como um rapper num filme de Michel Gondry. Perfeito!

Sábado, 23 de Maio de 2009

Botox em Desperate Housewives


Odeio quando uma série que eu acompanho começa a cair de qualidade. É algo muito não válido você ver os roteiristas errando, enrolando, se repetindo. É ruim quando ao assistir um episódio de série ou mesmo um filme que seja você consegue perceber a presença da equipe que produz, ou seja, você consiga sair da realidade apresentada e note que é uma realidade controlada, e no pior caso, mal conduzida. Acho que em ficção visual temos que, pelo menos em um primeiro momento, mergulhar na realidade da história e pensar que ela se movimenta e contece por conta própria. Tudo bem quando vemos um filme do Tarantino, por exemplo, e reconhemos os diálogos ou quando reconhecemos a estética de Tim Burton em suas produções, nada que atrapalhe a verossimilhança da produção. Mas quando sentimos que a história se conduz pelas mãos de alguém, e isso geralmente acontece quando percebemos erros, é o maior corta tesão.
Isso atualmente acontece numa das minhas sérias preferidas, a qual acompanho há cinco anos - Desperate Housewives.
O que me seduziu de inicio na série foi a inteligência do humor por vezes negro, presente em cenas simples, a construção bem arranjada dos personagens e a história aparentemente inocente. As donas de casa viviam ali, aconteciam por si mesmas, suas ações e reações eram totalemnte verossímeis e condiziam com a personalidade de cada uma. A história central, ou o mistério que cada temporada contava, era desvendada de maneira sutil, e só servia de pano de fundo para assistirmos Bree, Lynette, Susan, Gaby e Edie se relacionar e viver suas vidas de subúrbio americano de maneira inusitada e casual ao mesmo tempo.
DH era uma série que produzia semanalmente cenas marcantes acompanhadas de trilha incidental perfeita, que através do ridículo ia do drama à comédia e comunicava exatamente o desespero que uma vida simples e previsível pode causar. Várias dessas cenas já fazem parte da minha história televisiva, como a da Gaby cortanto grama a noite com um Vera Wang longo, Susan presa no buraco do chão no apartamento do Mike, Bree chorando escondida no banheiro ao visitar Rex no hospital, Lynette entrando na piscina de salto alto para tirar seus filhos ou Edie lavando o carro a là Mariah Carey para seduzir Mike.
Uma pena dizer que parece que a inspiração acabou. Na atual temporada, o que vimos foi uma arrastação sem fim, acompanhada por um mistério óbvio desde a season premiere. As desperates agiram como crianças em várias situações, indo contra às suas personalidades a ao cresimento das mesmas no decorrer do seriado. Marc Cherry perdeu o fôlego visivelmente, e percebemos várias escorregadas do produtor-criador-roteirista da série, figurando como o maior deles a morte sem sentido de Edie, uma as personagens mais ricas e interessantes. As condições da morte de Edie foram ridículas, o seu capítulo despedida foi sofrível e clichê, adjetivo nunca antes tão pertinente ao seriado. E parece que até as atuações, que sempre foram merecedoras de elogios e indicações ao Emmy, caíram na mesmice. Quem continua ainda gerando cenas interessantes e divetidas é Gaby Solis, personagem da ótima Eva Longoria, que carregou vários episódios dessa season nas costas e me impediu de dormir durante vários deles.
A série parece ser rondada por uma preguiça geral, tanto por parte dos produtores quanto do elenco. Talvez o cansaço de cinco temporadas seja a causa. Mesmo com tanta make up, botox e figurino, as marcas da idade começam a aparecer, senão nas atrizes, no programa em geral.

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Que bad...

É muito chato ver quando as pessoas com ódio no coração não se controlam (me senti a Sandy escrevendo isso agora, OK). Assim, tudo bem estar com raiva, rancor, mas o controle não deve ser perdido. Tá, quem escreve isso é um ariano mega passional, mas eu procuro sempre ter educação até nas perdas de controle.
Daí que falo isso porque me deparei hoje com um comentário super mal educado, com direito a palavrão e adjacentes, aqui no meu blog, o qual eu mesmo não visitava ha um tempo. A (falta de) habilidade na escrita já denuncia o autor, mas o que me levou a refletir é que as pessoas nem precisam mais de desculpas para sair xingando, tentando ofender, um horror. Esses dias eu estava saindo do metrô e presenciei um esbarrão entre duas pessoas, que logo já sairam se xingando. Gente, cadê as desculpas, o com licença, o perdão? Mas já que tiver mesmo que encarar na pior, por que não só um olhar mal lançado, um comentário inteligente, ou um post no blog quando chegar em casa?
A paciência das pessoas cada vez se esvai mais rápido, e junto com ela vai a educação. Tenho medo de viver até o dia em que bom dia faça parte das expressões arcaicas do Português.

Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Alice


A versão cinematográfica de Tim Burton para Alice no País das MaraviLhas só estréia em 2010, mas a revista de Disney desse mês trouxe algumas fotos do filme. O longa misturará atores reais com personagens de computação gráfica, e só sabendo que é do TiM Burton já estou mega ancioso para assistir. Ah, ainda mais que tem Johnny Depp.

Segunda-feira, 2 de Março de 2009

OMFG, cadê Gimme More?


Saiu a setlist da tour The Circus Starring Britney Spears e como assim que não tem Gimme More? Uma tour para divulgar não só o Circus, mas também o Blackout, não tem o single carro chefe desse útlimo? Cara, TCSBS sem Gimme More é a mesma coisa que show do MGMT sem Time to Pretend, show do Killers sem Somebody Told Me, show do Tiririca sem Florentina...

Em tempo...
Saiu um Sneak Peak dos ensaios com figurinos e cenários de Circus